Marias e Joanas, desenganem-se se achavam que as drogas é coisinha de machos. Estudos recentes apontam para um aumento gradual do consumo de drogas (maioritariamente drogas leves), entre as mulheres, e sobretudo, nas mulheres mais jovens, e que esse consumo crescente está associado a um aumento da taxa de suicídio. 

 

Apesar de ser, ainda, uma prática maioritariamente efetuada por homens, uma pesquisa desenvolvida no México, concluiu que as mulheres têm uma maior tendência para avançar da experimentação para o consumo regular, e que esse consumo leva, quase automaticamente, a uma diminuição da qualidade de vida, não só em termos financeiros, como a uma diminuição da felicidade, aumento dos níveis de ansiedade, depressão, transtorno bipolar e de personalidade, e isto para não falar do preconceito que existe pelo facto das mulheres se drogarem, algo que não acontece com tanta frequência com os homens. 

 

Tudo isto, poderá desencadear a construção de uma ideia/pensamento suicida, que apesar de não resolver problema algum é, muitas vezes, a solução encontrada pelas mulheres. 

 

Posto isto... Marias. Joanas. A vida pode ser vista como um daqueles “packs” promocionais, que contém momentos bons e maus, mas nós só usufruímos daquilo que queremos dentro desse “pack”, claro que, por vezes, aquelas “letras pequeninas dos contratos” podem nos arruinar o bom humor, mas nós continuamos a ter o poder de escolha sobre aquilo que queremos viver.

 

 

 

NO WOMAN. NO CRY.